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Sensorial do protetor solar: como a textura influencia a experiência de uso

Tempo de leitura : 5 min

Pessoa aplicando Xdefense.

O sensorial do protetor solar reúne a percepção da textura, do resultado após aplicação e do conforto que o produto proporciona ao longo do dia. O conjunto desses critérios influencia a experiência de uso e a adoção daquele produto na rotina de fotoproteção diária.
 

Fórmulas pesadas, que resultam em brilho excessivo ou sensação pegajosa podem desagradar durante a aplicação e excluir a etapa de fotoproteção da sua rotina, além de influenciarem na quantidade de produto utilizada no dia a dia.
 

Por isso, a textura tem um papel decisivo: quanto mais confortável, mais fácil é manter a rotina.  

 

Assim, sensorial e proteção caminham juntos. Por aqui, você entende o que compõe o sensorial, como avaliar cada atributo e como escolher uma fórmula que junte conforto e proteção. 

 

Para te ajudar na decisão, a BIODERMA trouxe a campanha: O melhor sensorial ou seu dinheiro de volta!* onde você testa a proteção imperceptível do Photoderm Xdefense e, se a textura ultrafluida não te surpreender, recebe seu dinheiro de volta!* (Consulte o regulamento).

 

Textura ultrafluida.


O que define um bom sensorial?


Um bom sensorial reúne facilidade de aplicação, sensação agradável e acabamento compatível com a expectativa de quem usa o produto. Essa percepção começa quando o protetor solar sai da embalagem e continua durante e após a aplicação.

A experiência sensorial de protetores solares costuma englobar diferentes atributos:

  • Espalhabilidade: a facilidade com que a fórmula desliza e cobre a pele de maneira uniforme;

  • Absorção: o tempo que o produto leva para deixar de parecer úmido sobre a pele;

  • Toque final: a sensação que fica após a aplicação, que pode ser seca, aveludada ou levemente hidratada;

  • Pegajosidade e oleosidade: a presença de resíduo grudento ou de brilho excessivo;

  • Aparência: o acabamento visual, incluindo o white cast, aquele véu esbranquiçado que alguns filtros deixam.

Tais características estão relacionadas à composição e aos  ingredientes dermocosméticos da fórmula.

 

Ainda assim, não existe uma definição única de sensorial agradável. A percepção visual, tátil e olfativa pode influenciar a escolha do melhor protetor solar para o rosto, e as preferências individuais influenciam na sua adoção ao skincare diário.

 

Como escolher o sensorial ideal para cada tipo de pele?

 

A escolha do sensorial ideal começa pelas características da pele e pelo contexto de uso. O protetor solar precisa oferecer uma experiência compatível com as preferências de quem o utiliza.

 

Para facilitar essa escolha, observe quais características fazem mais sentido para cada perfil:

  • Pele oleosa ou mista: texturas fluidas, de rápida absorção e acabamento mate ou toque seco, que não aumentem o brilho ao longo do dia;

  • Pele seca: fórmulas mais cremosas e com maior poder de hidratação, que evitem a sensação de repuxamento;

  • Pele sensível: produtos de alta tolerância, sem fragrância ou com fragrância mínima, em texturas leves;

  • Pele acneica: opções de textura leve, não comedogênicas (que não obstrui os poros) e de rápida absorção. 

Na prática, a escolha pode fazer diferença na continuidade da rotina. Uma pele oleosa pode ter mais conforto com uma textura leve e de toque seco.

Da mesma forma, uma pele seca pode preferir uma fórmula mais cremosa. A melhor escolha depende da combinação entre características da pele, textura e preferência pessoal.


Um teste simples também pode ajudar nessa decisão. Aplique o produto na lateral do rosto e observe a experiência durante alguns minutos:

  1. O produto se espalhou sem esforço?

  2. A fórmula foi absorvida em pouco tempo?

  3. Ficou brilho, resíduo grudento ou película branco?

  4. A pele ficou confortável, sem repuxar?

  5. O acabamento combina com a maquiagem ou com o restante da sua rotina?

 

Então, se a resposta for positiva nos itens 1, 2, 4 e 5… a fórmula tem boas chances de se manter na sua rotina diária de fotoproteção!

 

Grupo de pessoas.


Photoderm XDefense Ultra-Fluid FPS60: inovação em fotoproteção urbana


A fotoproteção urbana acompanha situações comuns do dia a dia, como deslocamentos, atividades ao ar livre e períodos próximos às janelas. Inclusive, o protetor solar é visto como uma medida de medicina preventiva³, reforçando a importância desse cuidado contra os efeitos da radiação ultravioleta na pele.

 

Por isso, manter esse cuidado na rotina é importante mesmo em situações comuns do cotidiano. É nesse contexto que a escolha de uma fórmula confortável pode facilitar a aplicação e a continuidade da fotoproteção.

 

O Photoderm XDefense Ultra-Fluid FPS60, da Bioderma, foi pensado para esse cenário. A textura ultra fluida espalha com facilidade, é absorvida rapidamente e deixa acabamento leve, sem resíduos brancos e nem sensação pesada.

 

Sua fórmula combina alta proteção UVA e UVB FPS60 com poder DETOX, associado à tecnologia Detox Science. A proposta é ajudar a proteger a pele das agressões do ambiente, enquanto oferece uma experiência confortável para o uso diário.

 

 

Xdefense.


Sensorial do protetor solar como aliado da proteção diária


O sensorial não é apenas uma questão de preferência. Quando textura, acabamento e sensação na pele combinam com o seu tipo de pele e sua rotina, fica mais fácil manter a fotoproteção todos os dias.


Dentro do Grupo NAOS, presente em mais de 130 países, o desenvolvimento científico de dermocosméticos que fazem sentido na sua rotina se apoia na abordagem única da Ecobiologia e a BIODERMA não fica de fora. 


Quer encontrar seu novo protetor solar favorito? Conheça a  linha Photoderm e, para escolher com segurança, participe da campanha O melhor sensorial ou seu dinheiro de volta!*

 


Perguntas frequentes sobre sensorial do protetor solar

 

Ainda restam dúvidas? Separamos as perguntas mais comuns sobre o sensorial do protetor solar.

 

A função sensorial da pele é captar estímulos como toque, pressão, temperatura e dor por meio de receptores nervosos. Essa sensibilidade também explica por que percebemos com facilidade a textura e o sensorial do protetor solar durante a aplicação.

 

A principal função do protetor solar é reduzir os danos causados pela radiação ultravioleta, como queimaduras, envelhecimento precoce e risco de câncer de pele. 

 

A regra dos 3 dedos é uma forma prática de medir a quantidade de protetor para o rosto e o pescoço. Basta formar uma linha de produto ao longo do indicador, do médio e do anelar, o que se aproxima da quantidade usada nos testes de FPS. 

 


Referências

  
¹ O comportamento do consumidor de protetor solar. Redalyc. https://www.redalyc.org/journal/2655/265565422006/html/

 
 

 

² Protetor solar na prescrição dermatológica: revisão de literatura. Anais Brasileiros de Dermatologia.  https://www.anaisdedermatologia.org.br/pt-protetor-solar-na-prescricao-dermatologica-articulo-S2666275222000030

³ Qual a importância do protetor solar? Hospital Israelita Albert Einstein. https://www.einstein.br/n/vida-saudavel/protetor-solar